Brasil deve reduzir área e aumentar produção de trigo 28/03/2016 16:39
Elena Santos – 28/03/2016 às 17h25 – A projeção é da Consultoria Trigo & Farinhas, que divulgou seu “1º Levantamento sobre a área, produtividade e produção de trigo para a safra 2016/17, para o Brasil e os países do Mercosul”. De acordo com a T&F, a redução na área se dá em função “dos problemas havidos nas duas últimas…

Brasil deve reduzir área e aumentar produção de trigo
AgroNotícias – 28/03/2016 às 13h39 – A projeção é da Consultoria Trigo & Farinhas, que divulgou seu “1º Levantamento sobre a área, produtividade e produção de trigo para a safra 2016/17, para o Brasil e os países do Mercosul”. De acordo com a T&F, a redução na área se dá em função “dos problemas havidos nas duas últimas…

Trigo 2016/17: Brasil deve reduzir área e aumentar produção
Elena Santos – 28/03/2016 às 07h38 – A projeção é da Consultoria Trigo & Farinhas, que divulgou seu “1º Levantamento sobre a área, produtividade e produção de trigo para a safra 2016/17, para o Brasil e os países do Mercosul”. De acordo com a T&F, a redução na área se dá em função “dos problemas havidos nas duas últimas…

Trigo: Brasil deve reduzir área e aumentar produção
Agrolink – 28/03/2016 às 06h20 – A projeção é da Consultoria Trigo & Farinhas, que divulgou seu “1º Levantamento sobre a área, produtividade e produção de trigo para a safra 2016/17, para o Brasil e os países do Mercosul”. De acordo com a T&F, a redução na área se dá em função “dos problemas havidos nas duas últimas…

Trigo 2016/17: Brasil deve reduzir área e aumentar produção
Agrolink – 28/03/2016 às 06h20 – A projeção é da Consultoria Trigo & Farinhas, que divulgou seu “1º Levantamento sobre a área, produtividade e produção de trigo para a safra 2016/17, para o Brasil e os países do Mercosul”. De acordo com a T&F, a redução na área se dá em função “dos problemas havidos nas duas últimas…

Trigo 2016/17: Brasil deve reduzir área e aumentar produção
Canal do Produtor – 27/03/2016 às 21h00 – A projeção é da Consultoria Trigo & Farinhas, que divulgou seu “1º Levantamento sobre a área, produtividade e produção de trigo para a safra 2016/17, para o Brasil e os países do Mercosul”. De acordo com a T&F, a redução na área se dá em função “dos problemas havidos nas duas últimas…

Trigo: Paraguai exportou 6 vezes mais que os EUA ao Brasil em Fevereiro
Midia News – 24/03/2016 às 16h45 – As razões são a excelente qualidade e os preços acessíveis, que chegam aos moinhos paranaenses iguais ou até menores do que os do trigo local e nos outros estados consideravelmente menores do que o trigo americano”, afirma o analista sênior da Consultoria Trigo & Farinhas, Luiz Carlos Pacheco.

Trigo: Paraguai exportou 6 vezes mais que os EUA ao Brasil em Fevereiro
Portal do Agronegócio – 24/03/2016 às 10h15 – As razões são a excelente qualidade e os preços acessíveis, que chegam aos moinhos paranaenses iguais ou até menores do que os do trigo local e nos outros estados consideravelmente menores do que o trigo americano”, afirma o analista sênior da Consultoria Trigo & Farinhas, Luiz Carlos Pacheco.

Paraguay exportó en febrero seis veces más trigo a Brasil que EEUU
Todo el campo – 23/03/2016 às 21h00 – Las razones son la excelentes calidad y precios asequibles, con valores que llegan a las plantas de Paraná iguales o incluso más bajos que los del trigo local”, señaló el analista de la consultora Trigos & Farinhas Luiz Carlos Pacheco, consigna el porta Agrolink.

Forte demanda provoca falta de farelo de trigo no Brasil
Cenário MT – 23/03/2016 às 13h53 – “Temos recebido telefonemas de fábricas de ração de Minas Gerais, Bahia e Goiás que encontram nosso nome no site e perguntam se não sabemos onde encontrar farelo de trigo e quais os preços”, informa a Consultoria Trigo & Farinhas.

Diário do Comércio
Cultivo de trigo tem alta em Minas
Diário do Comércio
De acordo com o analista da Consultoria Trigo & Farinhas, Luiz Carlos Pacheco, a produção mineira tem um enorme espaço para avançar na …
http://www.diariodocomercio.com.br/noticia.php?tit=cultivo_de_trigo_tem_alta_em_minas&id=166547
RELEASE 03092015

Como ficará o preço das farinhas com o dólar a US$ 3,70 ou mais?

Com menos oferta e custo maior será inevitável o aumento do custo do pãozinho

À medida que o dólar sobe e as chuvas que podem danificar as safras da América do Sul se aproximam as preocupações dos moinhos brasileiros, especialmente os do Nordeste, que dependem em quase 90% de trigo importado, aumentam consideravelmente. Some-se a isto a perspectiva de mais desemprego e mais inflação nos próximos 12 meses. Traduzindo, isto significa produtos mais caros e menos demanda interna, segundo comentário publicado nesta quinta-feira pela Consultoria Trigo & Farinhas, de Curitiba.

A que preço terá que ser vendida a farinha comprada a quase R$ 1.000,00/tonelada? Os trigos importados fecharam nesta quarta feira a: Americano a R$ 1.163,53/t em Santos e R$ 1.079,43 em Fortaleza; Argentino a R$ 1005,27 em Santos e R$ 997,84 em Fortaleza; Uruguaio a R$ 947,08 em Canoas e o Paraguaio a R$ 909,30 em Curitiba, segundo Luiz Carlos Pacheco, analista sênior da consultoria.

Se agora, que o trigo nacional pode ser comprado ao redor de R$ 650,00 nos estados do Sul, há uma retração violenta da demanda no mercado de biscoitos e uma retração mediana no mercado de distribuição, se a produção nacional sofrer quebra de qualidade de panificação e o volume importado aumentar, haverá problemas sérios. Isto é mais certo para os moinhos do Nordeste, como foi dito acima, afirma Pacheco.

Os moinhos terão que aumentar os preços. Será relativamente fácil com as farinhas de panificação (as padarias aceitam os aumentos com mais facilidade), mas será extremamente difícil para as farinhas industriais (porque os consumidores simplesmente deixam de comprar biscoitos, por serem considerados supérfluos).

Isto já vem acontecendo há alguns meses no Brasil inteiro, não apenas no Nordeste. Muitas fábricas de biscoito estão fechando no Brasil, ou se tornando inadimplentes. Mas, a situação tende a piorar.

Já quem vende farinhas de panificação ainda está se aguentando, embora também o volume de vendas tenha caído. Infelizmente não há uma mensuração mensal dos volumes comprados/vendidos no Brasil o que nos impede de acompanhar com mais precisão a evolução do mercado. Mas, os vendedores que estão presentes no dia a dia sentem na ponta dos dedos, a retração da demanda e a relatam.

Por tudo isso não conseguimos ver um cenário muito animador para toda a cadeia do trigo no período setembro/15-dezembro/16, afirma a Consultoria Trigo & Farinhas. Se o Brasil e o Mercosul conseguirem colher trigos de boa qualidade, haverá queda nos preços de toda a cadeia, satisfazendo o consumidor e penalizando o agricultor; se não colher, será ainda maior a retração da demanda, pelos altos preços dos produtos, penalizando os dois, porque o produtor não terá o que vender e o consumidor pagará mais caro pelo produto importado.

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RELEASE 31082015

Com 100% plantado, Mercosul aguarda El Niño para saber se terá trigo bom

O fantasma do El Niño trava negócios e causa preocupação

Não basta plantar bem, tem que colher bem. A chuva durante a colheita pode estragar toda a qualidade do trigo. E estão anunciadas fortes chuvas, provocadas pelo fenômeno meteorológico El Niño, justamente para os meses entre setembro e novembro, no sul da América do Sul. Por isso todo o mercado está apreensivo, segundo a Consultoria Trigo & Farinhas, de Curitiba.

O trigo que está sendo colhido agora no Paraná mostrou todos os tipos de qualidade, desde a melhor (maior volume) até a pior (menor volume), diferentemente do ano passado, quando a qualidade apresentava padrões melhores e mais uniformes. Contudo, com tempo claro de sol forte e sem chuvas, a colheita se apressa. Até o momento cerca de 5% foram colhidos, mas é possível que o relatório do Deral da próxima terça-feira registre percentual maior, porque certamente as máquinas trabalharão duro para aproveitar o sol do fim de semana. A esperança dos técnicos ainda é de uma safra cheia e boa, entre de 3,9 e 4,0 milhões de toneladas, segundo Luiz Carlos Pacheco, analista sênior da Consultoria.

Os relatórios recebidos do Paraguai, cujo solo é irmão gêmeo do Paraná, indicam colheita também variada, desde triguilho até produto com ph 78 ou mais. Espera-se a colheita avançar para saber dados mais precisos sobre a quantidade e qualidade.

As chuvas estão sendo benéficas para as lavouras do Rio Grande do Sul, que estão em sua maioria nas fases que precisam de água.

A safra de trigo do Uruguai, irmão gêmeo do Rio Grande do Sul, deverá ser menor porque a área plantada foi entre 25% e 30% menor, mas não está sofrendo tanto quanto a da Argentina. Depois de um período inicial seco, as chuvas não muito intensas estão sendo favoráveis ao cultivo e espera-se uma boa produção. A qualidade vai depender da atuação do El Niño sobre o país.

Pacheco afirma que a safra de trigo da Argentina está sofrendo os horrores do clima pesado. Com uma área plantada 20% menor do que a do ano anterior, após um relativamente longo período de seca no plantio, chuvas e inundações alagaram mais de 500 mil hectares na principal região produtora do país, provocando perdas generalizadas em aproximadamente 2% da safra total (vide abaixo) e diminuindo ainda mais as disponibilidades do país.

O que se conjetura, entre os analistas, é de que, se a safra argentina realmente quebrar – assolada por inundações no plantio e chuvas do El Niño na colheita em outubro e novembro – o país não irá exportar o excedente de 3,2 milhões de toneladas desta safra, permitindo, com isto, elevação nos preços domésticos do trigo no Brasil, que seriam balisados pelo trigo vindo de fora do Mercosul.

Além disso, há que se considerar que nem todo o trigo excedente desta safra tem qualidade panificável, segundo Pacheco. Na Argentina, das 3,2 MT disponíveis, cerca de 1,0 milhão de toneladas seriam de trigo inferior; no Uruguai, das 400 mil toneladas disponíveis, cerca de 300 mil são de trigo forrageiro; no Paraguai, das 500 mil tons disponíveis, cerca de 300 mil não teriam a mesma qualidade média da safra passada.

RELEASE

Área plantada com trigo recua -12,35% no Sul, cresce 13,33% no Sudoeste

e 14,59% no Centro Oeste

Os percentuais de alteração área plantada com trigo no Brasil para a safra 2015/16 indicam claramente uma tendência: a de uma expansão do plantio de trigo no Centro-Oeste do país

Com o plantio encerrado, temos os números finais da área plantada no Brasil para a safra 2015/16. A Consultoria Trigo & Farinhas decidiu adotar os números da Conab para a imensa maioria dos estados produtores, com exceção de Minas Gerais, onde obteve informações seguras, vindas de contagem diretamente no campo, que registram uma área de 82 mil hectares plantados, contra os 78 mil hectares divulgados pela empresa estatal, uma expansão de 20,59% neste estado, em relação ao ano anterior, segundo Luiz Carlos Pacheco, analista sênior da Consultoria.

Outro detalhe importante é que também a Consultoria continua não concordando com o número final da safra de trigo de 2014/15 da Conab, de 5,97 milhões de toneladas. Como já demonstrou em seus relatórios de junho e julho passados, utilizando os volumes exportados pelo Rio Grande do Sul, a produção daquele estado não foi de 1,516 milhão de toneladas, mas de 2.359,8 milhões, como consta no quadro abaixo.

Com isto, a safra brasileira de trigo de 2015/16 deverá ter uma área plantada de 2.457,3 mil hectares, cerca de -10,90% a menos do que a do ano anterior, segundo Pacheco. Enquanto a área do Sul, tradicional e ainda maior produtor de trigo do país, teve recuo de -12,35%, passando de 2.604,20 mil hectares para 2.282,7 mil hectares, a expansão da região Sudeste cresceu 13,33%, passando de 130,5 mil hectares para 147,9Mha e a do Centro-Oeste do Brasil cresceu 14,59% nesta temporada, passando de 23,3 mil hectares para 26,7 mil hectares. Como dissemos acima, os números absolutos ainda não são expressivos, mas os percentuais indicam uma tendência, segundo Pacheco. Um estudo  feito pela Consultoria Trigo & Farinhas e divulgado pela Bolsa de Comércio de Rosário, na Argentina, em fevereiro último mostra que o potencial de expansão do trigo no Centro-Oeste do Brasil poderá atingir 19,8 mil hectares, com uma produção de até 118 milhões de toneladas um futuro distante.

E por que esta expansão?

A Consultoria Trigo & Farinhas enumera três razões principais: a) maior produtividade: enquanto a produtividade média na região Sul é de 2.795 quilos/hectare, em Minas Gerais ela sobe para 3.020 kg/ha e no Centro-Oeste, para 4.160 kg/ha, atingindo a média de 5.950 kg/ha em Goiás. A título de comparação, a produtividade na Argentina deverá ser de 3.000 kg/ha nesta safra e a da França, maior produtora da Europa, de 5.218 kg/ha; b) maior proximidade dos principais mercados consumidores: enquanto as farinhas produzidas no Rio Grande do Sul precisam viajar cerca de 1.700 km para chegar aos grandes compradores de Minas Gerais ou 3.500 km para os da Bahia, os produtores de Minas Gerais ou de Goiás os tem praticamente no quintal de casa; c) maior lucratividade: com produtividade maior, os custos de produção são proporcionalmente menores (embora haja o custo da irrigação, que não existe no Sul, mas que, por outro lado, garante a produção e a produtividade, garantias que não existem no Sul) e a proximidade dos mercados compradores, que permite aos moinhos oferecer um preço melhor na compra do grão: enquanto no Paraná, os preços dos moinhos neste início de safra é de R$ 600,00/tonelada, em Minas Gerais já houve negócios a R$ 650,00/tonelada para safra nova, segundo Luiz Carlos Pacheco.

RELEASE 29072015
Trigo – o que faz o preço do pãozinho subir é o trinômio: falta de produto, economia deteriorada e dólar em alta
Enquanto não houver vontade política de fazer a autossuficiência na produção de trigo, o país vai depender de importações e, com elas, do dólar
Em que pese o custo menor de produção na Argentina, este país vem perdendo qualidade e quantidade nos últimos anos, além de regularidade, não atendendo plenamente as demandas brasileiras de trigo. Isto obrigou o Brasil a comprar trigo americano e canadense, que passaram de 619,26 mil toneladas em 2013 para 2,86 milhões de tons em 2013 e 1,89 milhões de tons em 2014 – muito mais caros, elevando os preços dos produtos finais na ponta do consumidor, segundo a Consultoria Trigo & Farinhas em seu boletim desta quarta-feira.
As importações nos colocam em dependência direta da cotação do dólar que, por sua vez, está na dependência direta dos rumos da economia, que estão deteriorados. Com isto, o custo do pãozinho no balcão da padaria só irá aumentar, na medida exata da alta do dólar e da corrosão dos fundamentos da nossa economia.
A parte mais visível do aumento de custos do pão francês é o dólar, sem dúvida. Mas, ele ainda é apenas uma consequência e não a causa última dos aumentos de custo do pão francês, que é a pequena produção nacional, que obriga o país a importar pelo menos 50% das suas necessidades de matéria prima.
O quadro ao lado mostra claramente que a maior elevação percentual do preço do pão francês ocorreu em 2014, depois que as importações de fora do Mercosul aumentaram 5.161,13% em 2013 e o dólar subiu apenas 9,38. Como resultado, o preço do pão francês subiu 66,88% naquele ano. Em 2015 o dólar subiu 44,71% (praticamente a metade do que subiu em todo o período analisado), mas as importações de fora do Mercosul ainda estão 186,36% acima do que eram em 2012, segundo Luiz Carlos Pacheco, analista da Consultoria Trigo&Farinhas.

Nos últimos quatro anos as importações de trigo do Mercosul – mais baratas, porque não tem imposto de importação, nem taxa da Marinha Mercante – caíram -50,93% e as de fora do Mercosul – mais caras, porque, além do preço maior na origem, incluem o imposto de importação de 15% e taxa de 25% sobre o frete marítimo – aumentaram 186,36% entre 2012 e 2015, afirma Pacheco.

As importações brasileiras de trigo da Argentina pesam cada vez menos na balança comercial entre os dois países, como mostra o quadro ao lado. Por isso, se algum dia o trigo foi usado pelo governo brasileiro como moeda de troca com aquele país – com o compromisso de manter a produção brasileira em 50% da sua necessidade, por exemplo – já é hora de acabar com isto e voltar a incentivar a produção de trigo brasileiro.

O custo de uma tonelada de trigo importado dos EUA no porto de Santos está neste momento (28/7/2015) em R$ 1.066,63, a do trigo argentino em R$ 918,50 (-13,88% a menos) e a do trigo nacional a R$ 730,00 (-31,56% a menos do que o trigo americano e -20,52% a menos do que o trigo argentino), segundo o analista Luiz Carlos Pacheco.

Isto mostra que a produção nacional poderia diminuir o custo final do pão francês. Incentivar a produção nacional não só livraria o Brasil da dependência externa, mas baratearia significativamente o custo dos alimentos derivados de trigo para a população brasileira, além de aumentar significativamente o nível de empregos. O Brasil já tem condições de plantar trigo com qualidade e produtividade superior à argentina, no Paraná e no Cerrado. Só precisaria alguns poucos anos de incentivo para aumentar a produção, que depois correria por suas próprias pernas, como acontece com a soja e o milho, atualmente.

O dólar, é verdade, não é mais o único vilão do aumento do custo do pãozinho neste ano. O custo da energia elétrica, para os moinhos e padarias brasileiras, passou de US$ 15/tonelada para US$ 25/tonelada, uma elevação de 66,67% somente em 2015. Mas este custo é uma trapalhada interna do atual governo e culpa de quem o elegeu.

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RELEASE 15 07 2015

Trigo – Mercado começa a precificar as chuvas
Os preços sobem 3,17% no PR e 3,77% no RS, com preocupações com a qualidade e quantidade da próxima safra

O mercado de trigo no PR esteve um pouco mais movimentado nesta semana, por causa do clima. Os compradores estão na dúvida sobre a entrada e qualidade da nova safra. Os preços passaram de R$ 630,00/t para R$ 650,00/t nos últimos dias, com alguns negócios realizados, segundo a Consultoria Trigo & Farinhas.
No RS também os preços ficaram um pouco melhores, com ofertas a R$ 550,00/t no interior e comprador já estudando este preço, contra R$ 530,00 da semana anterior, afirma Luiz Carlos Pacheco, analista sênior da empresa.
As chuvas estão caindo intensamente sobre o Oeste e o Sudoeste do Paraná, oeste de Santa Catarina e Noroeste e Oeste do Rio Grande do Sul. Nestas regiões os trigos estão recém plantados e os danos se limitam, por enquanto, ao encharcamento das lavouras, impedindo a entrada das máquinas para terminar o plantio. Por conta disto o Paraná teve avanço zero no plantio de trigo, que permanece por duas semanas em 97% e os trabalhos de tratos culturais não pode ser realizado, tanto neste estado quanto no Rio Grande do Sul.
Embora haja chuvas no norte do Paraná, elas são de menor intensidade e não prejudicam seriamente as lavouras. Contudo, como o percentual de lavouras em fase de floração antingiu 28% e de frutificação 10%, a partir de agora o estado começa a correr riscos de danos sobre o trigo plantado para a safra 2015/16, segundo Pacheco.

RELEASE 06052015

MANCHETES DO BOLETIM TRIGO & FARINHAS DO DIA 06.05.2015
* Mercado-1: Valeu a pena esperar até agora para vender o trigo?
* Mercado-2: Como estão os preços para a safra que está sendo plantada?
* Fundamentos: Relatório oficial do PR fala sobre a situação do plantio de trigo no estado
* Preços dos trigos importados bem mais acessíveis
* Dólar cai 0,72% para R$ 3,0466 após número fraco de criação de vagas nos EUA
* Mercado FOB do trigo argentino; vendedores recuam no Up-River e Bahia Blanca
* MATBA fechou em queda de -0,54% a US$ 129/t para julho/15, negociadas 1.300 tons
* Trigo uruguaio da safra 2015/16 começará a ser plantado em 15 de maio
* Trigo paraguaio continua ofertado, com alguns negócios
* Futuros: Cotação de Jul fechou acima da linha de resistência, por Europa, Canadá e Crop Tour

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RELEASE

PR já plantou 30% da nova safra de trigo, com 1% em condições médias e 99% excelente e  clima favorável

O relatório semanal da Secretaria de Agricultura do Paraná sobre o plantio de trigo no estado, citado pelo boletim diário Trigo & Farinhas, registrou que 30% das lavouras já se encontravam semeadas até o dia 04 de maio último, das quais 99% em condições excelentes e apenas 1% em condição média. Isto significa que, dos 1.356,32 mil hectares previstos inicialmente, cerca de 406,89 mil hectares já foram plantados.

Do total plantado, 57% encontram-se em fase de germinação e 43% em desenvolvimento vegetativo.

Segundo Luiz Carlos Pacheco, analista sênior da Consultoria Trigo&Farinhas, o clima continua favorável em todo o estado. Na região de Cornélio Procópio, no extremo norte do estado, neste inicio da semana houve ocorrência de chuvas em todos os municípios da região, variando de 30 a 98 mm, beneficiando principalmente as lavouras que foram plantadas nos últimos dias.  Estima-se que 75% das lavouras de trigo já foram plantadas e, com essa umidade, os agricultores vão continuar o plantio.

Na região de Campo Mourão, no centro-norte do estado, o dia iniciou com nuvens e temperatura em elevação, com possibilidades de chuvas no decorrer do período. Houve precipitações neste final de semana, abrangendo toda região, beneficiando as lavouras de milho safrinha e soja. Os plantios de aveia e trigo foram intensificados.

Na região de Cascavel, no oeste do estado, a semana inicia com queda de temperatura e chuva em toda região. Na manhã de segunda-feira os termômetros registraram aprox. 13ºC, com céu parcialmente nublado. No decorrer do dia as nuvens se dissiparam. Nesta terça o dia amanheceu com céu aberto e ligeira elevação de temperatura.  A precipitação, de em média 70 mm, facilita o plantio e o desenvolvimento inicial especialmente do trigo.

Na região de Francisco Beltrão, sudoeste do estado, no final de semana houve chuvas em toda região, com volume médio de 50 mm. A partir de segunda-feira a chuva cessou e a temperatura caiu. Nesta terça amanheceu com céu sem nuvens e temperatura baixa, registrando mínima de 5,6ºC na madrugada, por enquanto o dia mais frio do ano. O plantio do trigo se intensifica, com o início do zoneamento agrícola para a região.

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Preços do trigo agora dependem apenas do dólar e de Chicago para subir mais

Consultoria mostra que preços do trigo nacional patinam com a entrada do trigo paraguaio mais barato

Com a entrada do trigo paraguaio em níveis mais baixos do que os do trigo nacional no Paraná, o trigo local disponível da safra 2014/15 deixou de subir nos últimos 10 dias.

Auxiliado pela queda do dólar e das cotações de Chicago neste período, o trigo paraguaio está sendo oferecidos a US$ 250,00/t em Curitiba, equivalente a RR$ 770,00; US$ 245 em Ponta Grossa, equivalente a R$ 755,00; US$ 235,00 em Guarapuava/Irati, equivalente a R$ 724,00 e US$ 230/t, equivalente a R$ 708,00 na região de Cascavel, praticamente iguais aos preços pagos pelo trigo local.

Os vendedores de trigo no Rio Grande do Sul também estão conscientes da sua situação e tentam colocar o seu produto nos níveis dos trigos importados que, com a alta do dólar desta segunda-feira, atingiram cerca de R$ 770,00/t CIF moinhos, contra algo em torno de R$ 750/760 do trigo local. Mas, resta pouco trigo local para ser ofertado e nem tudo de boa qualidade, a metade, pelo menos, é de enchimento, não suportando, portanto este preço.

Para a safra 2015/16, que está sendo plantada neste momento, o preço fechou nesta segunda-feira em R$ 36,11/saca para o trigo paranaense e R$ 28,93/saca para o trigo gaúcho, para entrega e pagamento em dezembro/15. Os preços da próxima safra estão 1,20% acima dos preços médios atuais no Paraná e 0,55% no Rio Grande do Sul, respectivamente.

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